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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fallout: New Vegas ganhará “edição definitiva” em fevereiro, com todos os DLCs

Ainda não visitou a cidade pós-apocalíptica de New Vegas? A Bethesda tem uma ótima notícia para você: Fallout: New Vegas – Ultimate Edition é uma edição completa do mais recente RPG da série, que traz no mesmo pacote todas as expansões e atualizações que o jogo já recebeu.
Os quatro DLCs de missões – Dead Money, Honest Hearts, Old World Blues e Lonesome Road – e os dois pacotes de itens e equipamentos – Courier’s Stash e Gun Runners’ Arsenal – estão incluídos no disco. Somente estas adições somam cerca de US$ 45. O pacote completo com o jogo original, mais os DLCs, custará US$ 49,99 para PlayStation 3 e Xbox 360, e US$ 39,99 na edição para PCs. Interessante, não?
Fallout: New Vegas – Ultimate Edition será lançado no dia 7 de fevereiro nos Estados Unidos e no dia 10 de fevereiro na Europa.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Muito ajuda quem não atrapalha

No Brasil, o Orkut e a proliferação de lan houses foram responsáveis pela popularização da internet. O primeiro, iniciativa de uma mente brilhante dentro de uma gigante multinacional. Os segundos, micronegócios tocados por brasileiros empreendedores, com poucos recursos, muito suor e nenhum apoio.

Antes disso, enquanto o governo proibia a importação de equipamentos de informática, pioneiros se reuniam em grupos, montavam suas próprias máquinas com peças contrabandeadas e criavam os primeiros BBS, núcleos de comunicação em rede.

Como brasileiros, entendemos muito bem o papel do Estado no que diz respeito a tecnologia, conhecimento e comunicação: ele muito ajuda se não atrapalhar. O problema é que se torna irresistível meter o bedelho em tema tão quente e popular quanto a internet e todo seu ecossistema. E bedelho do Estado tem, invariavelmente, uma leitura: complicação, desinformação, atraso.

E isso por aqui, onde nossa cultura aceita, cultura e espera do Estado uma atuação, forte, presente, paterna. E isso por aqui, onde coexistem aqueles que acreditam nas oportunidades de empreender – da barraquinha de churros à empresa de tecnologia – com aqueles que se empenham em conquistar uma vaga no serviço público, em busca da estabilidade que ele garante.

Imagine, então, como o povo norte-americano está reagindo ao afronte da vez chamado Stop Online Piracy Act, na sigla pronta para trocadilhos, SOPA. A lei, se aprovada, matará a internet como a conhecemos, mesmo sendo um bedelho americano em solo americano.

Já dizia minha avó: “Em cozinha em que muita gente mete a mão, a sopa desanda.” E vai desandar para todo mundo porque o projeto de lei pode tornar inviável qualquer espaço digital aberto à produção de conteúdo por nós, usuários, muitos desses mantidos por empresas norte-americanas. Gmail, Picasa, Flickr, YouTube, Facebook… qualquer desses sites pode, na visão do texto da lei, ser acessado por americanos e usado para roubo de propriedade intelectual norte-americana. Isso inclui a postagem, sei lá, da senha de acesso ao Pentágono ou a simples publicação do vídeo da festa de aniversário de seu filho, repleto de imagens de isopor do Pato Donald, numa grave ofensa aos direitos autorais da Disney.

Além de permitir ao governo censurar todo e qualquer site, a lei ainda facilitará que os donos de direitos autorais punam financeiramente sites e usuários, sem muito espaço para defesa.

Não quero entrar aqui na discussão-anos-90 sobre Propriedade Intelectual, Creative Commons, Anarquia e afins. Mas há uma diferença enorme entre você se filmar cantando uma música de Glee e você vender um DVD de Tropa de Elite no camelô.

Na visão da Lei, é tudo igual. E uma lei que seja aprovada nos EUA – especialmente se nossos parlamentares virem nisso uma forma de engordar o caixa governamental e, por tabela, suas emendas ao Orçamento -, tem meio caminho andado para desembarcar por aqui. Não será novidade, pois temos um projeto de teor similar, que circula desde 1999, de autoria de Luiz Piauhylino (PSDB/PE), e ressuscitad o dez anos depoispelo também deputado Eduardo Azeredo (PSDB/MG). Pergunto, qual a chance de um texto legal sobre internet, que ganha emendas, ajustes e revisões há 13 anos, ser compatível com a realidade dos fatos? Ser de fato útil à sociedade?

Nessas horas, a cultura pop é sempre um alento. Lembro da cena de Guerra nas Estrelas quando o Senador Palpatine transformou a república galática em Império, em nome de uma suposta luta contra ameaças a segurança de todos. Padmé Amidala, mãe de Luke Skywalker, então jovem moçoila e também senadora, desabafou com a frase clássica: “Então é assim que morre a liberdade: com uma clamorosa salva de palmas.”

É o que a classe política vem tentando fazer mundo afora. Parece que aos políticos, no fim das contas, a liberdade é uma aterrorizante e nefasta aberração.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Maior controle de videogame do mundo é exibido em Londres

O estudante britânico de engenharia Ben Allen entrou essa semana no livro dos recordes ao construir o maior controle de videogame do mundo. Allen fez o projeto com outros dois colegas de turma, como parte do seu curso na Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda. Eles gastaram no total 6 mil dólares. O projeto demorou cinco meses para ser concluído.
O controle é do console NES e tem 3,6 m de comprimento, 1,6 m de largura e 51 cm de altura, pesando 114 kg no total. Ele é 30 vezes maior do que um controle NES normal, mas funciona perfeitamente - desde que duas pessoas se proponham a apertar os botões.
Allen diz que o grupo teve a ideia em um bar e que os três têm “paixão por jogos e queriam homenagear o dispositivo mais icônico [da área]”. “Esse foi mesmo um trabalho de amor”, completou o estudante.
O controle ficará exposto na estação de metrô de Liverpool, em Londres, para quem quiser jogar, como forma de promover o lançamento da edição de Gamers do livro Guinness de Recordes Mundiais desse ano.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Fãs poderão jogar Metal Gear Rising na E3 2012

Finalmente, após um longo período sem novidades, o game Metal Gear Rising: Revengeance aparecerá pela primeira vez em público, em forma jogável. A Konami confirmou que o game terá uma demonstração jogável disponível aos fãs durante a feira E3 deste ano, que ocorre em junho. Detalhes da demo ainda não foram revelados.
 Quem comentou a novidade foi Hideo Kojima, criador da série, em entrevista à revista japonesa Famtsu. Ainda que não esteja envolvido diretamente com a produção deste título, Kojima revelou que a produção de Rising está a cargo de Kenji Saito, do estúdio Platinum Games. O estúdio Platinum, de Bayonetta, foi revelado como o responsável pelo desenvolvimento do game durante a premiação norte-americana Video Game Awards 2011, em dezembro do ano passado.
Tatsuya Minami, diretor do estúdio, comentou na entrevista que a companhia resolveu remover totalmente os elementos de furtividade – algo característico da série Metal Gear. Minami disse que o estilo não combinava com Rising, que é mais voltado para a ação desenfreada.
Metal Gear Rising: Revengeance é focado em Raiden, personagem principal em Metal Gear Solid 2 e importante coadjuvante na saga como um todo. Inicialmente um agente secreto altamente treinado, Raiden passou por mudanças ao longo da série e se tornou um ninja ciborgue, com partes do corpo melhoradas por implantes eletrônicos. Esta nova aventura se passa após Metal Gear Solid 4 e promete surpreender os fãs com um novo estilo de jogo para a série.
O game chega ainda este ano, para PS3, Xbox 360 e PC.

Hitman: Absolution não fará parte da cronologia oficial da série

O produtor chefe de Hitman: Absolution, Hakan Abrak da IO Interactive, esteve no blog oficial do PlayStation respondendo perguntas de fãs. Lá ele confirmou que o jogo não se passa dentro da cronologia oficial da série, mas que ainda assim não se trata de um reboot.
 Um fã perguntou se o jogo seria uma sequência de Hitman: Blood Money, último game da série, que foi lançado em 2006. Abrak respondeu que Absolution “não se passa em nenhuma cronologia específica de Hitman. O cenário é um pouco diferente e estamos levando a história em outra direção”.
Pela primeira vez, Agent 47 não estará preso aos seus contratos, partindo em uma busca pessoal, enquanto é caçado devido a uma traição. Hitman: Absolution se passa em uma espécie de cenário alternativo, onde Diana Burnwood não salvou a agência, a qual agora está passando por algum tipo de crise.
Porém, Abrak também descarta que se trate de um reboot da franquia: “Eu não iria tão longe, mas estamos explorando diferentes aspectos do Agent 47. A história é mais sombria, mais pessoal. Você poderá experienciar o personagem sendo colocado em uma situação incomum”.
“Ele não está só cumprindo contratos; ele está sendo caçado e está caçando por motivos pessoais. Se você é um fã antigo da série, sabe o quanto isso é incomum para o frio e calculista Agent 47″, complementou ele.
Hitman: Absolution tem lançamento estimado para o Xbox 360 e PlayStation 3 em dezembro de 2012.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Call of Duty 10: produtora contrata talentos para um jogo de nova geração

Modern Warfare 3 acabou de chegar às lojas e já estoura em vendas por toda parte. No entanto, além dos pacotes DLC, que a produtora pretende lançar ao longo dos próximos nove meses, a Infinity Ward já presta atenção no futuro e planeja um novo jogo para a próxima geração de consoles – que pode sair em 2013.
 A produtora anunciou uma nova vaga de emprego para um animador sênior, com experiência em produção de games e interesse em trabalhar em uma nova geração. O fato indica a possibilidade, quase clara, de que a série Call of Duty vá dar as caras nos próximos consoles a serem lançados.
Enquanto isso, para 2012, a expectativa é que a Treyarch continue as séries de spin-offs, da série Call of Duty, como Black Ops 2 ou Call of Duty: Iron Wolf, como indicam alguns rumores. Como de costume, o ano seguinte fica para a Sledgehammer e a Infinity Ward lançarem o seu título, o Modern Warfare.

Batman: Arkham City e Mortal Kombat são indicados para premiações

A Academia de Artes Interativas e Ciências irá relevar quais foram os jogos indicados durante o dia de hoje (17), e o jogo Batman: Arkham City foi indicado em seis categorias, incluindo o Jogo do Ano. Outro título da Warner Games, Mortal Kombat, concorre na categoria Jogo de Luta do Ano. Os resultados das premiações serão revelados no mês de fevereiro.

Batman: Arkham City também foi indicado para outro evento, o Game Developers Choice Awards, nas categorias “Jogo do Ano” e “Melhor Design de Jogo”. Todos os vencedores serão indicados em março. A lista completa de indicados para o Game Developers Choice Awards pode ser vista no site oficial.
Confiram abaixo todas as categorias nas quais os jogos Batman: Arkham City e Mortal Kombat foram indicadas nos dois eventos:
 
Academy of Interactive Arts and Sciences Awards:
Batman: Arkham City

Jogo do Ano
Incrível Conquista em Animação
Incrível Conquista na Direção de Arte
Incrível Conquista na Engenharia do Game Play
Jogo de Aventura do Jogo
Incrível Conquista na Direção de Jogo
 
Mortal Kombat
Melhor Jogo de Luta do Ano

Game Developers Choice Awards:
Batman: Arkham City (Rocksteady Studios)
Jogo do Ano
Melhor Design de Jogo