A Bandai, um a das maiores empresas de brinquedos do mundo, e que mexe inclusive com videogames, fez uma exposição no bairro de Akihabara no Japão. E para deixar todo mundo babando, encomendaram a fabricação das Armaduras de Ouro dos Cavaleiros do Zodíaco em tamanho real. Sim, isso mesmo.
As armaduras são de Sagitário, vestida por Aiolos e depois por Seya, e Libra do mestre ancião e depois de Shiryu.
Repare que ambas ficaram muito bem feitas. A coisa parece mesmo real. Sensacional!
O que acontece quando duas mentes brilhantes como Shinji Mikami e Suda 51 juntam-se para produzir um videojogo? A resposta é Shadows of the Damned. E o resultado é qualquer coisa de fantástico.
Mas não nos precipitemos, comecemos pelo princípio. Shadows of the Damned conta a história de Garcia Hotspur, um caçador de demónios cheio de tatuagens e cicatrizes, que vê a sua namorada, Paula, a ser raptada pelo rei dos demónios, Flemming, que a leva para o inferno. Como qualquer homem apaixonado, Garcia está disposto a dar tudo por tudo para recuperar a sua amada.
Cliché? Sim, talvez. Porém isto não é a vossa tradicional história de amor, nem sei se é correto atribuir esta classificação, porque de romântico há muito pouco. Logo no começo vemos a nossa namorada a ser enforcada, e ao longo da nossa passagem pelo inferno presenciaremos cenas inacreditavelmente macabras.
Não pensem que Shadows of the Damned é um survival horror porque não o é. Se tivéssemos que inseri-lo num género, teria que ser nos third-person shooters. E embora seja realmente um third-person shooter, resumir este jogo desta forma é, de certa forma, banalizá-lo, porque Shadows of the Damned sai fora "da caixa". Aqui temos uma caveira falante chamada "Johnson" (até ver o vídeo em baixo não tinha pensado no outro significado deste nome na língua inglesa) e armas chamadas "Boner" que depois se transformam em "Hot Boner", e a seguir em "Big Boner".
Então o que é Shadows of the Damend? É uma pergunta difícil de responder, para mim é um jogo estranho mas que ao mesmo tempo consegue ser brilhante e incrivelmente divertido. É um jogo sem meios termos, ou se gosta ou não gosta, porque o seu estilo é muito próprio e certamente não apela às massas. Dito isto, muitos provavelmente não irão achar piada nenhuma e apelidarão Shadows of the Damned de estúpido e sem sentido.
Para desfrutar em pleno deste título, não podemos encará-lo de uma perspetiva séria. Praticamente todas as frases são sarcásticas, perversas ou contêm algum tipo de gozo ou crítica, e quase todas provêm da nosso companheiro Johnson. Esta caveira, com um sotaque britânico, é hilariante e desempenha uma função crucial, manter o jogador entretido. Johnson é mais que o nosso companheiro, é também uma espécie de comentador/comediante que nunca deixa o aborrecimento entrar em Shadows of the Damned.
Para além disto, Johnson é ainda a nossa arma. Pensem nele como um canivete suíço, tanto pode ser uma simples tocha para iluminar o caminho, como a seguir pode transformar-se numa pistola, caçadeira ou metralhadora ou até mesmo mota.
É notável a influência de vários jogos em Shadows of the Damned, sendo a grande maioria deles criações de Suda 51 ou Mikami. Podemos pensar rapidamente num Killer 7, o jogo de culto de Suda 51. Mas não deixa de ter a pitada de Mikami, principalmente na jogabilidade. Para além disso, podemos buscar jogos fora do seu panorama criativo, nomeadamente a questão do tema luz/escuridão, que se aplica na gameplay lembrando imediatamente Alan Wake, um exclusivo Xbox 360. Quando na escuridão ficamos completamente desprotegidos, e apenas temos um curto espaço de tempo até começarmos a perder vida. Por sua vez, os monstros que habitam o inferno ficam revestidos com uma substancia escura que os protege. Para remover esta proteção é necessário apontar e emitir um grande flash ao carregar no gatilho superior direito.
Quando tudo ao nosso redor é envolvido em escuridão, normalmente existe perto um dispositivo para iluminar o ambiente, que tende a ser a uma cabra (WTF? Sim, uma cabra). Shadows of the Damned joga muito com isto, alguns monstros mais complicados só podem ser derrotados na escuridão e certas portas só podem ser abertas neste tipo de ambiente.
Diário de desenvolvimento mais estranho de sempre? Combina com o jogo.
Até numa coisa simples como abrir portas o jogo consegue ser fora do normal. Algumas delas estão envolvidas em pelos púbicos de demónio (a sério!). Outras apresentam uma cara de um bebé, em que para conseguirmos passar é preciso alimentá-lo com aquilo que ele pede, que pode ser um simples morango, ou então um cérebro ou olho.
Em termos de jogabilidade está muito próximo de Resident Evil 4 e 5, mas conseguimos disparar enquanto andamos. Os monstros mais fracos podem ser facilmente desmembrados, enquanto que os mais fortes possuem um ponto fraco assinalado a vermelho. Quando o nosso primeiro tiro vai diretamente à cabeça, somos recompensados com um pouco de slow motion(Killer 7 style).
A jogabilidade de Shadows of the Damned é simples, mas o jogo volta a brilhar na sua apresentação e qualidade visual e sonora. Na apresentação e visual lembra imenso o estilo grindhouse. Nota-se uma clara influência de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez e outros filmes de terror da década de 80. A banda sonora foi feita por Akira Yamaoka (conhecido por criar a banda sonora de de Silent Hill), e apesar da sua grande variedade, encaixa na perfeição com o estilo do jogo. Podemos esperar desde música mexicana, ópera/clássica, bem como altos solos de guitarra.
Embora tudo pareça non-sense, Shadows of the Damned é rico em pormenores e detalhes e aquilo que vemos tem um propósito, por mais estranho que seja. É um jogo que deve ser jogado com calma para saborear tudo aquilo que tem para oferecer, se o encararem como um jogo qualquer e estiverem apenas interessados em disparar contra tudo aquilo que se move, estarão a desperdiçar uma boa parte do jogo.
Para já, cada minuto que Shadows of the Damned me proporcionou foi um delírio total. Vindo de quem vem, já era de esperar um jogo de qualidade. Mas Shinji Mikami e Suda 51 parecem conseguir surpreender sempre. Agora é aguardar pela versão final para poder limar o jogo completo.
Os jogadores e principalmente fãs podem comemorar! Pois finalmente, Duke Nukem Forever entrou em estado gold (ou seja, está pronto), e neste momento já está a caminho das lojas. Aleluia!
Depois de mais de uma década de produção, e até alguns cancelamentos, DK Forever realmente está para chegar.
A mais nova aventura de Duke deve estar disponível no próximo dia 10, sendo que alguns dias antes alguns jogadores poderão dar uma experimentada com a versão demo.
No lançamento da antiga Xbox, a Microsoft mostrou-se algo inexperiente neste ramo dos videojogos com a inclusão de um comando um pouco fora do normal no que toca ao seu tamanho. A companhia não tardou em lançar um novo comando que colmatasse essa falha, e sendo assim lançou o novo Controller S, um comando que para além de ter um tamanho reduzido, melhorou alguns aspectos como os analógicos e usou de uma melhor maneira o mapeamento de botões. Com o lançamento da Xbox 360, a Microsoft apostou num comando com uma estética mais atraente, simplista, sem fugir muito ao estilo dos outros comandos lançados para a antiga Xbox.
Mesmo com um bom comando em mercado, a Microsoft decidiu lançou uma edição especial do seu comando wireless de nome Aberdeen, que para além de uma apresentação algo mais escura e séria, possui duas novidades que vêm melhorar a experiência de jogo, uma delas é a inclusão de uma zona côncava mais acentuada nos analógicos, e a outra é a possibilidade de alterar o nosso D-Pad por forma a ficar mais acessível. Outro ponto alterado foi o padrão de cores escolhido, onde vamos ter um acabamento cinzento em todo o corpo do comando, e um preto brilhante nos gatilhos, bumpers, bateria ou pilhas, e na zona inferior. Os botões A, B, X e Y, não possuem as cores típicas, apresentando apenas as cores branca no botão A e Y, cinzento escuro no botão X e cinzento normal no botão B.
Ao contrário dos comandos anteriores que possuíam uma zona côncava algo simples nos analógicos, juntamente com uns pequenos pontos mais acentuados em cada extremidade do analógico, este comando possui essa zona côncava mais acentuada e profunda, para que o dedo encaixe bem no comando, e evite que saia de sítio, e tudo isto graças a um pequeno alto existente à volta da zona côncava, que evita que o dedo deslize para fora do analógico. O D-Pad original da Xbox 360 era um dos poucos aspectos que mais crítica recebia, e isto por ser pouco ergonómico, com rebordos à volta das direcções que não ajudavam na jogabilidade e por ser algo rijo, sendo assim, este ponto foi o que recebeu a melhor actualização, e que pode ser girado para perder os rebordos, tornando-se mais acessível. Para além disso a Microsoft alterou a sua aparência, e que desta vez possui um acabamento cromado metalizado dando uma superfície menos côncava e as extremidades menos curvas.
Este novo modelo de comando devia ser adoptado pela Microsoft como o comando definitivo para a plataforma, conseguindo melhorar definitivamente um dos aspectos mais importantes e que mais crítica recebia, o D-Pad. Este comando irá sem dúvida agradar todos os fãs de géneros que requerem o uso constante do D-Pad como beat'em ups e afins. Pelo preço de 67,99€ podem ter acesso a esta nova aposta da Microsoft que para além de possuir o novo comando, vem incluído com o um cabo para ligar o comando directamente à consola, e uma bateria recarregável para a vossa Xbox 360.
O dia 7 de junho está chegando e com ele os apreciadores de um bom jogo de luta verão o lançamento do Super Street Fighter IV Arcade Edition, versão aperfeiçoada do game. O jogo trouxe, ao consoles desta geração, uma das principais séries da indústria e agradou muita gente ao apresentar gráficos em 3D, mas com uma jogabilidade clássica, em duas dimensões.
Super Street Fighter IV Arcade Edition (Foto: Divulgação)
Como algumas pessoas estavam um tanto confusas em relação a sobre como poderiam obter essa nova versão, a Capcom tratou de divulgar as informações sobre o jogo e confirmou que no dia do lançamento estará disponível, para quem possui o Super Street Fighter IV, uma atualização que prepará o jogo para dois arquivos que poderão ser obtidos por download.
O primeiro deles será gratuito e altamente recomendado, pois mesmo que você não planeje comprar o Arcade Edition, será graças a ele que poderá disputar partidas online contra os jogadores que tiverem migrado para a revisão.
Já o segundo download custará US$ 14,99 (ou 1200 MS Points) e será o Arcade Edition propriamente dito, portanto, caso você queira aproveitar todas as suas melhorias, como os quatro novos lutadores, a jogabilidade rebalanceada ou o Replay Channel, terá que pagar pelo DLC.
Porém, se você não possui o SSFIV e mesmo assim gostaria de jogar a versão baseada no arcade, no dia 28 do mesmo mês a Capcom colocará nas prateleiras para o Xbox 360 e Playstation 3 uma versão física do jogo, que custará US$ 39,99. Já para o PC o game deverá chegar logo depois, provavelmente ainda no começo de julho. É uma pena eles não permitirem que as pessoas que compraram Street Fighter IV não possam fazer a atualização.
Há algum tempo surgiram rumores de que a Microsoft estaria testando um novo formato de disco, o XGD3, o qual adiciona 1 GB a mais de dados aos jogos do console e aumenta a segurança contra pirataria. Mas o que ninguém imaginava sobre o novo padrão do disco é que a atualização para dar suporte ao formato poderia inutilizar alguns modelos de Xbox 360. Rapidamente a Microsoft já se ofereceu para trocá-los.
Nova atualização pode inutilizar seu Xbox 360 (Foto: Divulgação)
“Seguindo a recente atualização do software dos nossos sistema, nós ficamos cientes de um problema impedindo um número bem pequeno de donos de Xbox 360 de rodar jogos em mídia física. O problema se manifesta como um único erro “Disc Unreadable” ou “Disc Unsupported” na tela. Também podemos detectar esse problema pela Xbox LIVE e estamos abordando os consumidores que possam ter sido impactados para substituir seu console”, disse a Microsoft.
Aparentemente o suporte ao novo padrão de disco é quase um cavalo de tróia, e a atualização tem como principal função combater a pirataria, sendo a primeira a realmente reescrever a “memória” do leitor de DVD a partir do console. Como cópias de jogos gravadas ilegalmente não reagem da mesma maneira que os originais, para piratear o Xbox 360, o comportamento do leitor era alterado pelos piratas para que assim não ligasse para essas diferenças.
A Microsoft requisitou que usuários que estejam tendo problemas após a nova atualização, entrem em contato através do link www.xbox.com/support/contact, onde a empresa iniciará um processo para trocar seu console por um Xbox 360 Slim, modelo com 250 GB de disco rígido.
Apesar da compensação, fica um certo gosto amargo na boca de saber que nessa geração as empresas podem entrar em nossas casas e inutilizar nossos videogames, desde que peçam desculpas depois.
Xbox 360 com DVD ilegíveis
A Microsoft confirmou que determinadas Xbox 360 não irão conseguir ler DVD no novo formato de discos XGD3.
A empresa norte-americana irá lançar várias actualizações com o intuito de tornar os leitores das Xbox 360 compatíveis com este novo formato, cuja capacidade é superior ao de um DVD actual.
No entanto, após a actualização do software da consola, algumas Xbox 360 apresentarão as seguintes mensagens: "disc unsupported" ou "disc unreadable". A Microsoft anunciou que é capaz de detectar este problema via Xbox Live e que avisará os consumidores.
Os consumidores afectados terão direito a trocar a sua Xbox 360 por uma Xbox 360S com 250 GB, acompanhada por uma subscrição de um ano do serviço Xbox Live Gold.
Todos os utilizadores com este problema deverão contactar o suporte da Microsoft, expor a situação e enviar a sua consola para a Microsoft até 30 de Setembro.
De acordo com uma informação obtida pelo site Joystiq, o Xbox 360 receberá a partir dia 19 de maio uma atualização da dashboard. De acordo com uma fonte interna esta atualização será lançada em seis atualizações, entre o dia 19 e 30 de maio.
Foi dito que a atualização trará a compatibilidade com o novo formato de discos, conhecidos como XGD3, isto para tentar combater a pirataria.Esta atualização trará finalmente a possibilidade de podermos pagar via PayPal, e também a chegada do Avatar Kinect, que chega dia 27 de maio.
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Regras do Clã
Art 1. O Clã é gerido por um conselho composto pelos membros: Nascy, Cleber, Alemão, Jeff e Duramos.
Art 2. O clã se divide em duas classes, sendo a primeira KCT (com iniciais maiusculas) para jogadores aprovados pelo conselho, que tenham regularidades na LIVE e no mínimo 6 meses de participação. A segunda classe, constituí-se do estágio probatório, sendo as kct (minúsculo). Transorrido o prazo de 6 meses o conselho decidirá da permanência do membro ou não no Clã.
Art 3. Os interessados em participar deverão solicitar sua entrada a um dos membros do conselho e este deverá informar ao demais sua decisão, sendo o responsável e tutor do novo membro.
Art 4. Anualmente será organizado um encontro da LIVE para a participação e confraterniuzação dos membros do Clã.
Art 5. Um dos membros deverá administrar um grupo na internet com o nome do Clã para troca de mensagens e informações pelos membros do clã.
Art 6. Fica proibido discussões e ofensas entre membros do grupo. Os membros do conselho são responsáveis por julgar fatos ocorridos neste sentido.
Paragrafo Primeiro. O conselho tem autoridade para julgar membros irregulares e desentendimentos no Clã, podendo para o bem e crescimento do Clã excluir membros a bem da disciplina.