O estudante britânico de engenharia Ben Allen entrou essa semana no livro dos recordes ao construir o maior controle de videogame do mundo. Allen fez o projeto com outros dois colegas de turma, como parte do seu curso na Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda. Eles gastaram no total 6 mil dólares. O projeto demorou cinco meses para ser concluído.
O controle é do console NES e tem 3,6 m de comprimento, 1,6 m de largura e 51 cm de altura, pesando 114 kg no total. Ele é 30 vezes maior do que um controle NES normal, mas funciona perfeitamente - desde que duas pessoas se proponham a apertar os botões.
Allen diz que o grupo teve a ideia em um bar e que os três têm “paixão por jogos e queriam homenagear o dispositivo mais icônico [da área]”. “Esse foi mesmo um trabalho de amor”, completou o estudante.
O controle ficará exposto na estação de metrô de Liverpool, em Londres, para quem quiser jogar, como forma de promover o lançamento da edição de Gamers do livro Guinness de Recordes Mundiais desse ano.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Fãs poderão jogar Metal Gear Rising na E3 2012
Finalmente, após um longo período sem novidades, o game Metal Gear Rising: Revengeance aparecerá pela primeira vez em público, em forma jogável. A Konami confirmou que o game terá uma demonstração jogável disponível aos fãs durante a feira E3 deste ano, que ocorre em junho. Detalhes da demo ainda não foram revelados.
Quem comentou a novidade foi Hideo Kojima, criador da série, em entrevista à revista japonesa Famtsu. Ainda que não esteja envolvido diretamente com a produção deste título, Kojima revelou que a produção de Rising está a cargo de Kenji Saito, do estúdio Platinum Games. O estúdio Platinum, de Bayonetta, foi revelado como o responsável pelo desenvolvimento do game durante a premiação norte-americana Video Game Awards 2011, em dezembro do ano passado.
Tatsuya Minami, diretor do estúdio, comentou na entrevista que a companhia resolveu remover totalmente os elementos de furtividade – algo característico da série Metal Gear. Minami disse que o estilo não combinava com Rising, que é mais voltado para a ação desenfreada.
Metal Gear Rising: Revengeance é focado em Raiden, personagem principal em Metal Gear Solid 2 e importante coadjuvante na saga como um todo. Inicialmente um agente secreto altamente treinado, Raiden passou por mudanças ao longo da série e se tornou um ninja ciborgue, com partes do corpo melhoradas por implantes eletrônicos. Esta nova aventura se passa após Metal Gear Solid 4 e promete surpreender os fãs com um novo estilo de jogo para a série.
O game chega ainda este ano, para PS3, Xbox 360 e PC.
Quem comentou a novidade foi Hideo Kojima, criador da série, em entrevista à revista japonesa Famtsu. Ainda que não esteja envolvido diretamente com a produção deste título, Kojima revelou que a produção de Rising está a cargo de Kenji Saito, do estúdio Platinum Games. O estúdio Platinum, de Bayonetta, foi revelado como o responsável pelo desenvolvimento do game durante a premiação norte-americana Video Game Awards 2011, em dezembro do ano passado.
Tatsuya Minami, diretor do estúdio, comentou na entrevista que a companhia resolveu remover totalmente os elementos de furtividade – algo característico da série Metal Gear. Minami disse que o estilo não combinava com Rising, que é mais voltado para a ação desenfreada.
Metal Gear Rising: Revengeance é focado em Raiden, personagem principal em Metal Gear Solid 2 e importante coadjuvante na saga como um todo. Inicialmente um agente secreto altamente treinado, Raiden passou por mudanças ao longo da série e se tornou um ninja ciborgue, com partes do corpo melhoradas por implantes eletrônicos. Esta nova aventura se passa após Metal Gear Solid 4 e promete surpreender os fãs com um novo estilo de jogo para a série.
O game chega ainda este ano, para PS3, Xbox 360 e PC.
Hitman: Absolution não fará parte da cronologia oficial da série
O produtor chefe de Hitman: Absolution, Hakan Abrak da IO Interactive, esteve no blog oficial do PlayStation respondendo perguntas de fãs. Lá ele confirmou que o jogo não se passa dentro da cronologia oficial da série, mas que ainda assim não se trata de um reboot.
Um fã perguntou se o jogo seria uma sequência de Hitman: Blood Money, último game da série, que foi lançado em 2006. Abrak respondeu que Absolution “não se passa em nenhuma cronologia específica de Hitman. O cenário é um pouco diferente e estamos levando a história em outra direção”.
Pela primeira vez, Agent 47 não estará preso aos seus contratos, partindo em uma busca pessoal, enquanto é caçado devido a uma traição. Hitman: Absolution se passa em uma espécie de cenário alternativo, onde Diana Burnwood não salvou a agência, a qual agora está passando por algum tipo de crise.
Porém, Abrak também descarta que se trate de um reboot da franquia: “Eu não iria tão longe, mas estamos explorando diferentes aspectos do Agent 47. A história é mais sombria, mais pessoal. Você poderá experienciar o personagem sendo colocado em uma situação incomum”.
“Ele não está só cumprindo contratos; ele está sendo caçado e está caçando por motivos pessoais. Se você é um fã antigo da série, sabe o quanto isso é incomum para o frio e calculista Agent 47″, complementou ele.
Hitman: Absolution tem lançamento estimado para o Xbox 360 e PlayStation 3 em dezembro de 2012.
Um fã perguntou se o jogo seria uma sequência de Hitman: Blood Money, último game da série, que foi lançado em 2006. Abrak respondeu que Absolution “não se passa em nenhuma cronologia específica de Hitman. O cenário é um pouco diferente e estamos levando a história em outra direção”.
Pela primeira vez, Agent 47 não estará preso aos seus contratos, partindo em uma busca pessoal, enquanto é caçado devido a uma traição. Hitman: Absolution se passa em uma espécie de cenário alternativo, onde Diana Burnwood não salvou a agência, a qual agora está passando por algum tipo de crise.
Porém, Abrak também descarta que se trate de um reboot da franquia: “Eu não iria tão longe, mas estamos explorando diferentes aspectos do Agent 47. A história é mais sombria, mais pessoal. Você poderá experienciar o personagem sendo colocado em uma situação incomum”.
“Ele não está só cumprindo contratos; ele está sendo caçado e está caçando por motivos pessoais. Se você é um fã antigo da série, sabe o quanto isso é incomum para o frio e calculista Agent 47″, complementou ele.
Hitman: Absolution tem lançamento estimado para o Xbox 360 e PlayStation 3 em dezembro de 2012.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Call of Duty 10: produtora contrata talentos para um jogo de nova geração
Modern Warfare 3 acabou de chegar às lojas e já estoura em vendas por toda parte. No entanto, além dos pacotes DLC, que a produtora pretende lançar ao longo dos próximos nove meses, a Infinity Ward já presta atenção no futuro e planeja um novo jogo para a próxima geração de consoles – que pode sair em 2013.
A produtora anunciou uma nova vaga de emprego para um animador sênior, com experiência em produção de games e interesse em trabalhar em uma nova geração. O fato indica a possibilidade, quase clara, de que a série Call of Duty vá dar as caras nos próximos consoles a serem lançados.
Enquanto isso, para 2012, a expectativa é que a Treyarch continue as séries de spin-offs, da série Call of Duty, como Black Ops 2 ou Call of Duty: Iron Wolf, como indicam alguns rumores. Como de costume, o ano seguinte fica para a Sledgehammer e a Infinity Ward lançarem o seu título, o Modern Warfare.
A produtora anunciou uma nova vaga de emprego para um animador sênior, com experiência em produção de games e interesse em trabalhar em uma nova geração. O fato indica a possibilidade, quase clara, de que a série Call of Duty vá dar as caras nos próximos consoles a serem lançados.
Enquanto isso, para 2012, a expectativa é que a Treyarch continue as séries de spin-offs, da série Call of Duty, como Black Ops 2 ou Call of Duty: Iron Wolf, como indicam alguns rumores. Como de costume, o ano seguinte fica para a Sledgehammer e a Infinity Ward lançarem o seu título, o Modern Warfare.
Batman: Arkham City e Mortal Kombat são indicados para premiações
A Academia de Artes Interativas e Ciências irá relevar quais foram os jogos indicados durante o dia de hoje (17), e o jogo Batman: Arkham City foi indicado em seis categorias, incluindo o Jogo do Ano. Outro título da Warner Games, Mortal Kombat, concorre na categoria Jogo de Luta do Ano. Os resultados das premiações serão revelados no mês de fevereiro.
Batman: Arkham City também foi indicado para outro evento, o Game Developers Choice Awards, nas categorias “Jogo do Ano” e “Melhor Design de Jogo”. Todos os vencedores serão indicados em março. A lista completa de indicados para o Game Developers Choice Awards pode ser vista no site oficial.
Confiram abaixo todas as categorias nas quais os jogos Batman: Arkham City e Mortal Kombat foram indicadas nos dois eventos:
Academy of Interactive Arts and Sciences Awards:
Batman: Arkham City
Jogo do Ano
Incrível Conquista em Animação
Incrível Conquista na Direção de Arte
Incrível Conquista na Engenharia do Game Play
Jogo de Aventura do Jogo
Incrível Conquista na Direção de Jogo
Mortal Kombat
Melhor Jogo de Luta do Ano
Game Developers Choice Awards:
Batman: Arkham City (Rocksteady Studios)
Jogo do Ano
Melhor Design de Jogo
Batman: Arkham City também foi indicado para outro evento, o Game Developers Choice Awards, nas categorias “Jogo do Ano” e “Melhor Design de Jogo”. Todos os vencedores serão indicados em março. A lista completa de indicados para o Game Developers Choice Awards pode ser vista no site oficial.
Confiram abaixo todas as categorias nas quais os jogos Batman: Arkham City e Mortal Kombat foram indicadas nos dois eventos:
Academy of Interactive Arts and Sciences Awards:
Batman: Arkham City
Jogo do Ano
Incrível Conquista em Animação
Incrível Conquista na Direção de Arte
Incrível Conquista na Engenharia do Game Play
Jogo de Aventura do Jogo
Incrível Conquista na Direção de Jogo
Mortal Kombat
Melhor Jogo de Luta do Ano
Game Developers Choice Awards:
Batman: Arkham City (Rocksteady Studios)
Jogo do Ano
Melhor Design de Jogo
The War of the Worlds adapta clássico da ficção científica com estilo
Qual não foi minha surpresa ao saber que o estúdio Other Ocean faria uma releitura de The War of the Worlds, de H.G. Wells? O Game se inspiração no livro de 1898, que foi a fonte de uma das maiores pegadinhas da história da mídia (no caso, Orson Welles narrou a radionovela em 1938 e as pessoas entraram em pânico, acreditando em uma invasão de seres do espaço sideral).
Em 2010, em outro caso de adaptação, muitos criticaram quando souberam que “A Divina Comédia”, clássico da literatura mundial, virou um jogo de matança nas mãos da Electronic Arts. Pois é: Dante’s Inferno rendeu todo tipo de piadinha (“qual é a próxima? Transformarem ‘Moby Dick’ em um jogo de tiro em primeira pessoa?”). Particularmente, acho abordagem da obra como um sub-God of War foi o pivô da discórdia, mas isso não quer dizer que livros não podem inspirar jogos.
A trama de The War of the Worlds é apresentada de um ponto de vista um tanto diferente do visto no filme de 1953. Ao retornar para Londres no final do século XIX, o protagonista a vê devastada pela chegada de invasores espaciais hostis. Seguindo a escolinha de Out of This World, Flashback e Prince of Persia, temos uma boa combinação de ação, plataforma e furtividade - afinal, Arthur não é um fuzileiro espacial, e sim um sujeito normal...
Fãs da obra original, seja lá em qual versão for, reconhecerão seus elementos clássicos, como os enormes veículos de três pernas - com aqueles raios de calor que pulverizam quem tiver a falta de sorte de estar em seu caminho e os tentáculos que puxam os humanos para a morte. Entre correr, pular e se esconder, o jogador é posto em momentos de grande tensão, em busca de sua família na capital inglesa.
A apresentação visual joga com luz e sombra de forma interessante e lembra um pouco Limbo, mesmo que de forma mais branda. O clima de destruição impressiona, seja pela combinação das silhuetas de personagens secundários, seja pelo uso esperto da profundidade - o gigantesco trípode à distância, sombras de policiais correndo em primeiro plano, e por aí vai. A trilha incidental é boa e a narração é feita por ninguém menos do que Sir Patrick Stewart. Preciso dizer mais?
Como o jogo envolve sobreviver aos obstáculos e inimigos - fios elétricos desencapados, casas em chamas invadidas por aranhas robóticas, quedas de grandes elevações - é praticamente impossível vencer o jogo na primeira tentativa sem morrer (o que, inclusive, vale um Achievement), mas admito que certas partes são tão difíceis de passar que nem mesmo ouvir o Picard / Xavier declamando a passagem de texto destas sequências tornou a experiência menos tensa, como na primeira aparição dos trípodes.
Conclusão
A mais recente adaptação de The War of the Worlds para videogames tira o chapéu para clássicos de ação e plataforma, trocando os tiros e o combate direto, pela agilidade, exploração e furtividade. Fãs de todas as épocas do clássico de H.G. Wells têm aqui um representante digno da obra - e ainda terão o prazer de ouvir Sir Patrick Stewart narrando os fatos. Mas atenção: se você é daqueles jogadores que não gostam do clima de tentativa e erro, vale pensar duas vezes antes de começar. Não entre em pânico!
Em 2010, em outro caso de adaptação, muitos criticaram quando souberam que “A Divina Comédia”, clássico da literatura mundial, virou um jogo de matança nas mãos da Electronic Arts. Pois é: Dante’s Inferno rendeu todo tipo de piadinha (“qual é a próxima? Transformarem ‘Moby Dick’ em um jogo de tiro em primeira pessoa?”). Particularmente, acho abordagem da obra como um sub-God of War foi o pivô da discórdia, mas isso não quer dizer que livros não podem inspirar jogos.
A trama de The War of the Worlds é apresentada de um ponto de vista um tanto diferente do visto no filme de 1953. Ao retornar para Londres no final do século XIX, o protagonista a vê devastada pela chegada de invasores espaciais hostis. Seguindo a escolinha de Out of This World, Flashback e Prince of Persia, temos uma boa combinação de ação, plataforma e furtividade - afinal, Arthur não é um fuzileiro espacial, e sim um sujeito normal...
Fãs da obra original, seja lá em qual versão for, reconhecerão seus elementos clássicos, como os enormes veículos de três pernas - com aqueles raios de calor que pulverizam quem tiver a falta de sorte de estar em seu caminho e os tentáculos que puxam os humanos para a morte. Entre correr, pular e se esconder, o jogador é posto em momentos de grande tensão, em busca de sua família na capital inglesa.
A apresentação visual joga com luz e sombra de forma interessante e lembra um pouco Limbo, mesmo que de forma mais branda. O clima de destruição impressiona, seja pela combinação das silhuetas de personagens secundários, seja pelo uso esperto da profundidade - o gigantesco trípode à distância, sombras de policiais correndo em primeiro plano, e por aí vai. A trilha incidental é boa e a narração é feita por ninguém menos do que Sir Patrick Stewart. Preciso dizer mais?
Como o jogo envolve sobreviver aos obstáculos e inimigos - fios elétricos desencapados, casas em chamas invadidas por aranhas robóticas, quedas de grandes elevações - é praticamente impossível vencer o jogo na primeira tentativa sem morrer (o que, inclusive, vale um Achievement), mas admito que certas partes são tão difíceis de passar que nem mesmo ouvir o Picard / Xavier declamando a passagem de texto destas sequências tornou a experiência menos tensa, como na primeira aparição dos trípodes.
Conclusão
A mais recente adaptação de The War of the Worlds para videogames tira o chapéu para clássicos de ação e plataforma, trocando os tiros e o combate direto, pela agilidade, exploração e furtividade. Fãs de todas as épocas do clássico de H.G. Wells têm aqui um representante digno da obra - e ainda terão o prazer de ouvir Sir Patrick Stewart narrando os fatos. Mas atenção: se você é daqueles jogadores que não gostam do clima de tentativa e erro, vale pensar duas vezes antes de começar. Não entre em pânico!
Street Fighter X Tekken tem mais oito personagens, incluindo Mega Man e Pac-Man
Empolgada com novidades, a produtora Capcom divulgou uma nova leva de personagens para Street Fighter X Tekken, envolvendo pelo menos seis novos lutadores: Balrog, Juri e Vega pelo lado de Street Fighter, e Ling Xiaoyu (que já havia sido revelada previamente), Law e Paul de Tekken. A companhia lançou um novo trailer com os lutadores, mas o vídeo revela também que o game vai contar com mais duas participações superespeciais.
Ao final do vídeo, é possível ver um aviso de atenção e as silhuetas de Mega Man e Pac-Man aparecem na tela. A imagem confirma rumores recentes de que os dois mascotes da Capcom e Namco, respectivamente, estariam no game de luta.
O mais interessante é que Mega Man está representado em sua versão mais antiga, com aquela aparência “feia” da capa norte-americana do primeiro jogo, conhecido entre os fãs como “Bad Boxart Mega Man” (Mega Man da capa ruim). A Capcom deve revelar as primeiras imagens oficiais dos dois personagens em breve.
Com as mais novas adições, o game ultrapassa a marca de 40 personagens. Yoshinori Ono, produtor do título, garantiu em seu Twitter que há mais lutadores a serem confirmados.
Street Fighter X Tekken é o grande encontro de personagens das duas séries de luta da Capcom e da Namco Bandai, respectivamente. O game funciona com um sistema de batalhas em duplas, onde é possível alternar entre lutadores.
O jogo será lançado em março para PlayStation 3, Xbox 360 e PS Vita.
Ao final do vídeo, é possível ver um aviso de atenção e as silhuetas de Mega Man e Pac-Man aparecem na tela. A imagem confirma rumores recentes de que os dois mascotes da Capcom e Namco, respectivamente, estariam no game de luta.
O mais interessante é que Mega Man está representado em sua versão mais antiga, com aquela aparência “feia” da capa norte-americana do primeiro jogo, conhecido entre os fãs como “Bad Boxart Mega Man” (Mega Man da capa ruim). A Capcom deve revelar as primeiras imagens oficiais dos dois personagens em breve.
Com as mais novas adições, o game ultrapassa a marca de 40 personagens. Yoshinori Ono, produtor do título, garantiu em seu Twitter que há mais lutadores a serem confirmados.
Street Fighter X Tekken é o grande encontro de personagens das duas séries de luta da Capcom e da Namco Bandai, respectivamente. O game funciona com um sistema de batalhas em duplas, onde é possível alternar entre lutadores.
O jogo será lançado em março para PlayStation 3, Xbox 360 e PS Vita.
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