Conforme a Microsoft tinha prometido o Xbox 360 recebeu hoje o novo firmware.
Por isso, quando ligar seu console e entrar com ele na Live, uma atualização será requisitada.
Este novo firmware traz para já a possibilidade de pagamentos via PayPal, e algumas melhorias no tipo de fonte usado na dashboard.
A Microsoft promete que as atualizações graduais continuarão a chegar ao Xbox 360 nas próximas semanas.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Novo DLC para "Mortal Kombat" traz roupas 'klássicas'; confira um vídeo
No dia 7 de Junho, a NetherRealm lançará um conteúdo digital para Mortal Kombat. O DLC contará com roupas "old school" de vários lutadores.
Aí vai um vídeo de divulgação:
MK DLC Klassic Skins Pack custará 400 MS Points.
"Modern Warfare 3" não terá plataforma líder !!
A Infinity Ward revelou que Call of Duty: Modern Warfare 3, seu mais novo jogo, não terá uma plataforma principal de desenvolvimento.
Segundo o estúdio, o game será feito em paralelo, em todas as plataformas, portanto, entre versões de Xbox 360 e PS3, não haverá grandes diferenças gráficas, como houve em 2009 com MW 2, quando o Xbox saiu com melhores gráficos.
A versão de PC, como já era de se esperar, terá algumas vantagens neste quesito, mas nada muito significativo.
Call of Duty: Modern Warfare 3 sai em Novembro.
Segundo o estúdio, o game será feito em paralelo, em todas as plataformas, portanto, entre versões de Xbox 360 e PS3, não haverá grandes diferenças gráficas, como houve em 2009 com MW 2, quando o Xbox saiu com melhores gráficos.
A versão de PC, como já era de se esperar, terá algumas vantagens neste quesito, mas nada muito significativo.
Call of Duty: Modern Warfare 3 sai em Novembro.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Armaduras reais dos Cavaleiros do Zodíaco
A Bandai, um a das maiores empresas de brinquedos do mundo, e que mexe inclusive com videogames, fez uma exposição no bairro de Akihabara no Japão. E para deixar todo mundo babando, encomendaram a fabricação das Armaduras de Ouro dos Cavaleiros do Zodíaco em tamanho real. Sim, isso mesmo.
As armaduras são de Sagitário, vestida por Aiolos e depois por Seya, e Libra do mestre ancião e depois de Shiryu.
Repare que ambas ficaram muito bem feitas. A coisa parece mesmo real. Sensacional!
Confira a mestreza abaixo:







Eu já reservei o meu e você??? XD
As armaduras são de Sagitário, vestida por Aiolos e depois por Seya, e Libra do mestre ancião e depois de Shiryu.
Repare que ambas ficaram muito bem feitas. A coisa parece mesmo real. Sensacional!
Confira a mestreza abaixo:






Eu já reservei o meu e você??? XD
terça-feira, 24 de maio de 2011
Shadows of the Damned - Antevisão
O que acontece quando duas mentes brilhantes como Shinji Mikami e Suda 51 juntam-se para produzir um videojogo? A resposta é Shadows of the Damned. E o resultado é qualquer coisa de fantástico.
Mas não nos precipitemos, comecemos pelo princípio. Shadows of the Damned conta a história de Garcia Hotspur, um caçador de demónios cheio de tatuagens e cicatrizes, que vê a sua namorada, Paula, a ser raptada pelo rei dos demónios, Flemming, que a leva para o inferno. Como qualquer homem apaixonado, Garcia está disposto a dar tudo por tudo para recuperar a sua amada.
Cliché? Sim, talvez. Porém isto não é a vossa tradicional história de amor, nem sei se é correto atribuir esta classificação, porque de romântico há muito pouco. Logo no começo vemos a nossa namorada a ser enforcada, e ao longo da nossa passagem pelo inferno presenciaremos cenas inacreditavelmente macabras.
Não pensem que Shadows of the Damned é um survival horror porque não o é. Se tivéssemos que inseri-lo num género, teria que ser nos third-person shooters. E embora seja realmente um third-person shooter, resumir este jogo desta forma é, de certa forma, banalizá-lo, porque Shadows of the Damned sai fora "da caixa". Aqui temos uma caveira falante chamada "Johnson" (até ver o vídeo em baixo não tinha pensado no outro significado deste nome na língua inglesa) e armas chamadas "Boner" que depois se transformam em "Hot Boner", e a seguir em "Big Boner".
Então o que é Shadows of the Damend? É uma pergunta difícil de responder, para mim é um jogo estranho mas que ao mesmo tempo consegue ser brilhante e incrivelmente divertido. É um jogo sem meios termos, ou se gosta ou não gosta, porque o seu estilo é muito próprio e certamente não apela às massas. Dito isto, muitos provavelmente não irão achar piada nenhuma e apelidarão Shadows of the Damned de estúpido e sem sentido.
Para desfrutar em pleno deste título, não podemos encará-lo de uma perspetiva séria. Praticamente todas as frases são sarcásticas, perversas ou contêm algum tipo de gozo ou crítica, e quase todas provêm da nosso companheiro Johnson. Esta caveira, com um sotaque britânico, é hilariante e desempenha uma função crucial, manter o jogador entretido. Johnson é mais que o nosso companheiro, é também uma espécie de comentador/comediante que nunca deixa o aborrecimento entrar em Shadows of the Damned.
Para além disto, Johnson é ainda a nossa arma. Pensem nele como um canivete suíço, tanto pode ser uma simples tocha para iluminar o caminho, como a seguir pode transformar-se numa pistola, caçadeira ou metralhadora ou até mesmo mota.
Mas não nos precipitemos, comecemos pelo princípio. Shadows of the Damned conta a história de Garcia Hotspur, um caçador de demónios cheio de tatuagens e cicatrizes, que vê a sua namorada, Paula, a ser raptada pelo rei dos demónios, Flemming, que a leva para o inferno. Como qualquer homem apaixonado, Garcia está disposto a dar tudo por tudo para recuperar a sua amada.
Cliché? Sim, talvez. Porém isto não é a vossa tradicional história de amor, nem sei se é correto atribuir esta classificação, porque de romântico há muito pouco. Logo no começo vemos a nossa namorada a ser enforcada, e ao longo da nossa passagem pelo inferno presenciaremos cenas inacreditavelmente macabras.
Não pensem que Shadows of the Damned é um survival horror porque não o é. Se tivéssemos que inseri-lo num género, teria que ser nos third-person shooters. E embora seja realmente um third-person shooter, resumir este jogo desta forma é, de certa forma, banalizá-lo, porque Shadows of the Damned sai fora "da caixa". Aqui temos uma caveira falante chamada "Johnson" (até ver o vídeo em baixo não tinha pensado no outro significado deste nome na língua inglesa) e armas chamadas "Boner" que depois se transformam em "Hot Boner", e a seguir em "Big Boner".
Então o que é Shadows of the Damend? É uma pergunta difícil de responder, para mim é um jogo estranho mas que ao mesmo tempo consegue ser brilhante e incrivelmente divertido. É um jogo sem meios termos, ou se gosta ou não gosta, porque o seu estilo é muito próprio e certamente não apela às massas. Dito isto, muitos provavelmente não irão achar piada nenhuma e apelidarão Shadows of the Damned de estúpido e sem sentido.
Para desfrutar em pleno deste título, não podemos encará-lo de uma perspetiva séria. Praticamente todas as frases são sarcásticas, perversas ou contêm algum tipo de gozo ou crítica, e quase todas provêm da nosso companheiro Johnson. Esta caveira, com um sotaque britânico, é hilariante e desempenha uma função crucial, manter o jogador entretido. Johnson é mais que o nosso companheiro, é também uma espécie de comentador/comediante que nunca deixa o aborrecimento entrar em Shadows of the Damned.
Para além disto, Johnson é ainda a nossa arma. Pensem nele como um canivete suíço, tanto pode ser uma simples tocha para iluminar o caminho, como a seguir pode transformar-se numa pistola, caçadeira ou metralhadora ou até mesmo mota.
É notável a influência de vários jogos em Shadows of the Damned, sendo a grande maioria deles criações de Suda 51 ou Mikami. Podemos pensar rapidamente num Killer 7, o jogo de culto de Suda 51. Mas não deixa de ter a pitada de Mikami, principalmente na jogabilidade. Para além disso, podemos buscar jogos fora do seu panorama criativo, nomeadamente a questão do tema luz/escuridão, que se aplica na gameplay lembrando imediatamente Alan Wake, um exclusivo Xbox 360. Quando na escuridão ficamos completamente desprotegidos, e apenas temos um curto espaço de tempo até começarmos a perder vida. Por sua vez, os monstros que habitam o inferno ficam revestidos com uma substancia escura que os protege. Para remover esta proteção é necessário apontar e emitir um grande flash ao carregar no gatilho superior direito.
Quando tudo ao nosso redor é envolvido em escuridão, normalmente existe perto um dispositivo para iluminar o ambiente, que tende a ser a uma cabra (WTF? Sim, uma cabra). Shadows of the Damned joga muito com isto, alguns monstros mais complicados só podem ser derrotados na escuridão e certas portas só podem ser abertas neste tipo de ambiente.
Diário de desenvolvimento mais estranho de sempre? Combina com o jogo.
Até numa coisa simples como abrir portas o jogo consegue ser fora do normal. Algumas delas estão envolvidas em pelos púbicos de demónio (a sério!). Outras apresentam uma cara de um bebé, em que para conseguirmos passar é preciso alimentá-lo com aquilo que ele pede, que pode ser um simples morango, ou então um cérebro ou olho.
Em termos de jogabilidade está muito próximo de Resident Evil 4 e 5, mas conseguimos disparar enquanto andamos. Os monstros mais fracos podem ser facilmente desmembrados, enquanto que os mais fortes possuem um ponto fraco assinalado a vermelho. Quando o nosso primeiro tiro vai diretamente à cabeça, somos recompensados com um pouco de slow motion(Killer 7 style).
A jogabilidade de Shadows of the Damned é simples, mas o jogo volta a brilhar na sua apresentação e qualidade visual e sonora. Na apresentação e visual lembra imenso o estilo grindhouse. Nota-se uma clara influência de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez e outros filmes de terror da década de 80. A banda sonora foi feita por Akira Yamaoka (conhecido por criar a banda sonora de de Silent Hill), e apesar da sua grande variedade, encaixa na perfeição com o estilo do jogo. Podemos esperar desde música mexicana, ópera/clássica, bem como altos solos de guitarra.
Embora tudo pareça non-sense, Shadows of the Damned é rico em pormenores e detalhes e aquilo que vemos tem um propósito, por mais estranho que seja. É um jogo que deve ser jogado com calma para saborear tudo aquilo que tem para oferecer, se o encararem como um jogo qualquer e estiverem apenas interessados em disparar contra tudo aquilo que se move, estarão a desperdiçar uma boa parte do jogo.
Para já, cada minuto que Shadows of the Damned me proporcionou foi um delírio total. Vindo de quem vem, já era de esperar um jogo de qualidade. Mas Shinji Mikami e Suda 51 parecem conseguir surpreender sempre. Agora é aguardar pela versão final para poder limar o jogo completo.
Quando tudo ao nosso redor é envolvido em escuridão, normalmente existe perto um dispositivo para iluminar o ambiente, que tende a ser a uma cabra (WTF? Sim, uma cabra). Shadows of the Damned joga muito com isto, alguns monstros mais complicados só podem ser derrotados na escuridão e certas portas só podem ser abertas neste tipo de ambiente.
Diário de desenvolvimento mais estranho de sempre? Combina com o jogo.
Até numa coisa simples como abrir portas o jogo consegue ser fora do normal. Algumas delas estão envolvidas em pelos púbicos de demónio (a sério!). Outras apresentam uma cara de um bebé, em que para conseguirmos passar é preciso alimentá-lo com aquilo que ele pede, que pode ser um simples morango, ou então um cérebro ou olho.
Em termos de jogabilidade está muito próximo de Resident Evil 4 e 5, mas conseguimos disparar enquanto andamos. Os monstros mais fracos podem ser facilmente desmembrados, enquanto que os mais fortes possuem um ponto fraco assinalado a vermelho. Quando o nosso primeiro tiro vai diretamente à cabeça, somos recompensados com um pouco de slow motion(Killer 7 style).
A jogabilidade de Shadows of the Damned é simples, mas o jogo volta a brilhar na sua apresentação e qualidade visual e sonora. Na apresentação e visual lembra imenso o estilo grindhouse. Nota-se uma clara influência de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez e outros filmes de terror da década de 80. A banda sonora foi feita por Akira Yamaoka (conhecido por criar a banda sonora de de Silent Hill), e apesar da sua grande variedade, encaixa na perfeição com o estilo do jogo. Podemos esperar desde música mexicana, ópera/clássica, bem como altos solos de guitarra.
Embora tudo pareça non-sense, Shadows of the Damned é rico em pormenores e detalhes e aquilo que vemos tem um propósito, por mais estranho que seja. É um jogo que deve ser jogado com calma para saborear tudo aquilo que tem para oferecer, se o encararem como um jogo qualquer e estiverem apenas interessados em disparar contra tudo aquilo que se move, estarão a desperdiçar uma boa parte do jogo.
Para já, cada minuto que Shadows of the Damned me proporcionou foi um delírio total. Vindo de quem vem, já era de esperar um jogo de qualidade. Mas Shinji Mikami e Suda 51 parecem conseguir surpreender sempre. Agora é aguardar pela versão final para poder limar o jogo completo.
Depois de 13 anos, "Duke Nukem Forever" está 100% pronto
Os jogadores e principalmente fãs podem comemorar! Pois finalmente, Duke Nukem Forever entrou em estado gold (ou seja, está pronto), e neste momento já está a caminho das lojas. Aleluia!
Depois de mais de uma década de produção, e até alguns cancelamentos, DK Forever realmente está para chegar.
A mais nova aventura de Duke deve estar disponível no próximo dia 10, sendo que alguns dias antes alguns jogadores poderão dar uma experimentada com a versão demo.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Comando Xbox 360 Aberdeen - Análise

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