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terça-feira, 14 de junho de 2011

Call of Duty: Modern Warfare 3 - E3 2011: Gameplay Demo

E ai pessoal, então para os fanaticos em CoD, temos ai uma pequena demonstração do que está por vim no Modern Warfare 3.

Espero que gostem.

Análise de desempenho: Modern Warfare 3

Na minha análise da conferência da Microsoft na E3, abordei as reivindicações da Infinity Ward de que Modern Warfare 3 está "bloqueado" aos 60FPS, isto com base em observações do gameplay que apresentaram no media briefing. A nossa conclusão? O jogo tem quebras de frame-rate, mas faz um bom trabalho em manter uma atualização perceptual a 60Hz.

A pessoa que fez as reivindicações originais, não é nada mais que o estratega criativo, Rob Bowling, que era também a pessoa que estava a jogar no palco. Ele recentemente twittou que o MW3 "estará bloqueado a 60FPS o que significa que nunca descerá abaixo disso... apenas poderá ir acima dos 60FPS."

Haverá certamente aqui alguma confusão. Os jogos Call of Duty estão v-synced (Sincronização vertical) - de forma simples, cada vez que o ecrã é atualizado, um novo frame aparece no ecrã. Se o frame já estiver renderizado antes da atualização do ecrã, o sistema espera para que o teu ecrã acompanhe. Resumindo, o jogo não poderá correr mais rápido que os 60FPS sem produzir screen-tear (Um frame aparece antes que o anterior desapareça criando rasgos no ecrã), e isso é algo que não queremos num jogo de COD nas consolas.

Portanto, quanto suave é o Modern Warfare 3? Conseguimos adquirir um vídeo a 60Hz do evento da Microsoft e processámos as imagens nas nossas ferramentas de análise. O resultado confirma as nossas observações iniciais de que o gameplay é na verdade muito, muito suave, apenas com uma estranha quebra no desempenho - apenas notado pelo olho humano quando as ondas tapam o ponto de vista do jogador. É claro que o jogo ainda está em desenvolvimento, por isso ainda existe oportunidade para serem feitas optimizações futuras, mas agora mesmo, o código da E3 tem um desempenho impressionante.


Fonte: Eurogamer.pt

Kaos Studios fecha as portas

De certa forma sem surpresas, a editora THQ fechou os estúdios Kaos Studios, produtores da última nova PI, Homefront.

A notícia surgiu sorrateiramente na conta de Twitter de Zach Wilson, que trabalhou no jogo com level designer de Homefront.

Zach Wilson comentou, "É o que tenho ouvido, de que a Kaos está a fechar. A maior dos produtores já tem empregos em novos estúdios".
Esta notícia já foi conformado pela própria THQ, em declarações ao Gamasutra.

No comunicado de imprensa é dito que, "A THQ continua a sua estratégia de alinhar os melhores talentos da indústria com as franquias chave da empresa".

Também foi comunicado que a serie Homefront fica agora ao cuidado dos estúdios da THQ em
Montreal, onde é referido que o estúdio já tinha colaborado com o Kaos Studios na produção do primeiro jogo.

De acordo com THQ, em declarações ao Eurogamer, alguns funcionários do Kaos Studios poderão passar para esse mesmo estúdio de Montreal.

Para apimentar ainda mais esta notícia, Zach Wilson, originador da primeira notícia, comentou no seu Twitter que, "Ouvi dizer que o estúdio recebeu uma caixa de vibradores com a marca de Saint's Row, a dizer 'Go f*** yourselves.'"

Mas claro, deveremos receber este comentário com muita cautela sobre a sua veracidade.

Metal Gear NES uma mancha para Kojima

O criador da série Metal Gear, Hideo Kojima, odeia por completo a versão NES do seu jogo, e apelidou-o de uma mancha na sua carreira.

Hideo Kojima foi responsável por Metal Gear para os computadores em 1987, mas a versão NES, não esteve a seu cargo.

"Não tive qualquer participação na produção da versão NES. Essa versão foi um título lamentável produzido por uma pequena e barata equipa em Tóquio. Isto foi numa economia em que qualquer coisa que fosse lançada, vendia," disse Kojima à Nintendo Power.
Kojima criticou em especifico o design do jogo, dizendo que é muito mau.

"Existe uma parte que inclui uma infiltração numa base que nem sequer existe no original. Contudo, nem eu, o produtor do original, consegui infiltrar-me na base, nem sequer uma vez."

O título vendeu milhões no Ocidente, mas para Kojima, apenas sujou a sua reputação.

Devil’s Third em inícios de 2013

Os jogadores só poderão deitar as suas mãos à próximo obra de Tomonobu Itagaki em inícios de 2013.
Itagaki revelou numa conversa com o site Impress Watch que as mecânicas que dão vida ao jogo estão acabadas. Mas, isto é apenas um pequeno progresso na produção total de Devil's Third, que está apenas a cerca de 20/30 porcento de completação.
Na Tokyo Game Show, será mostrado pela primeira vez a componente multiplayer de Devil's Third, segundo Itagaki.
De momento apenas versões PlayStation 3 e Xbox 360 estão confirmadas. Porém, o jogo poderá chegar à Wii U. Itagaki disse que a THQ está tentar procurar uma maneira para compatibilizar o jogo com a nova consola da Nintendo.
Se ao lerem isto estão a pensar em suporte para o Kinect, esqueçam. Para Itagaki, Kinect é para um público casual, e o conteúdo de Devil's Third não se adapta a esse tipo de experiência.

Microsoft: Halo não é uma franquia anual

Embora desde 2009 a franquia Halo tenho tido um lançamento anual, a Microsoft esclareceu que é errado pensar nela dessa forma.

Numa entrevista com o IGN, Phil Spencer do Microsoft Game Studios, disse que não devemos olhar para Halo: Combat Evolved Anniversary como parte de um lançamento anual.

"Adoro o facto de estarmos a fazer a edição Anniversary porque adorei o primeiro Halo. Apenas olhamos para o jogo e pensamos que devia ser refrescado. Não foi uma tentativa para colocar a franquia num ritmo anual. A edição será feita a tempo para o décimo aniversário de Halo. Pareceu uma boa altura para celebrar," disse Spencer.

Depois de Halo: Combat Evolved Anniversary, virá Halo 4, que será lançado em 2012.

32 suspeitos membros Anonymous presos

Depois da sexta-feira passada três possíveis membros do grupo de hackers denominados Anonymous terem sido presos na Espanha, o jornal britânico Guardian noticia que a polícia Turca prendeu 32 possíveis membros do mesmo grupo.

A prisão partiu de uma denúncia do diretor de telecomunicações Turco, onde relata que o site do organismo foi deitado abaixo por um ataque de hackers.

Entre os 32 possíveis membros presos, estão oito menores.

O grupo Anonymous já veio a público afirmar que o ataque foi um protesto contra a censura imposta na Internet pelo reeleito primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan.